Verdugo da Aparência

*este poema está entre os primeiro escritos

Bravo companheiro
Que ejeta o ar do peito,
Por se finalizar de fato
O momento lúgubre do ato.

Vem, degenera a carne hostil,
Pois não aceita o estado senil.
E não sou mais airoso épico,
Por fazer de mim, ao final da estrada, decrépito.

Olha-te ao espelho, diz o tempo.
Consuma-se por cruel se tornar
Irrefutável de aparência secular.

Mortal ser sensato,
Qual é consciente do fato
De que fora a bela imagem com o vento.


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